Meus dias com João Otávio (na barriga)

Escrevi esse texto a pedido da Rejane, do Cheirinho de mãe. Ela tá preparando uma série super bacanas sobre a gestação, vista sob ângulos de diferentes mulheres grávidas. Eu adorei a ideia, super topei participar e compartilho meu texto aqui também.

 

 

 

Essa semana completo 18 semanas de gravidez, e hoje completo 13 semanas que descobri que estou grávida. treze semanas de muito altos e baixos, de expectativa, ansiedade, energia boa e muitas coisas maravilhosas.

Não foi tão simples me acostumar com a ideia de esperar um filho. Na verdade, de vez em quando tenho pequenos momentos de epifania em que me ocorrem novamente que estou grávida. E o sentimento é o mesmo de quando vi o resultado de gravidez – “Cara, eu tô grávida! Que loucura!” – e me emociono sempre e sempre.

Nessas 13 semanas, mudei minha alimentação, abandonei meu cafezinho preto com adoçante de todos os dias – tudo bem, nem foi tão difícil, já que o cheiro começou a me incomodar – e minha cervejinha do fim de semana. Eu que sempre fui preguiçosa para comer frutas, as coloquei no cardápio, coisa que me deixou realmente satisfeita.

Também tive dois pequenos sustinhos, que me obrigaram a pegar leva e evitar esforço físico por um pouco mais que duas semana. E por causa disso, ainda não iniciei minha tão planejada hidroginástica.

E senti um cansaço absurdo – coisa que já falei no meu blog! Um cansaço fora do comum. E minha barriga começou a crescer, mudando minha forma.

Tirando as coisinhas chatas, passei a viver as semanas mais mágicas da minha vida. Ter um bebêzinho se desenvolvendo na barriga, não canso de dizer, é um milagre, e pensar nisso quase sempre me dá vontade de chorar. Às vezes, fico tentando imaginar a carinha dele, o cheirinho de bebê (e vômito de bebê, e cocô de bebê!), e fico com cara de boba. João Otávio já ocupa a maior parte do meu coração e da minha vida, mesmo que eu ainda nem saiba com quem ele se parece.

Em alguns momentos também me pego pensando como será a educação dele. Será que vou ser uma boa mãe? E isso me atormenta completamente.

Em meio a todas as dúvidas e preocupações, vi um pai nascer ao meu lado – bom, quando nasce um filho, também nascem um pai e uma mãe, não é mesmo? – e estou cada vez mais apaixonada por ele.

Meus dias esperando nosso Jotinha têm sido, em geral animados. Se não são animados pelos eventos que pouco acontecem, são pelo turbilhão de pensamentos e hormônios que me dominam. Apesar de sempre falar da parte incômoda da gestação, estar grávida é uma delícia e me assusto como está passando rápido! Eu tô amando e tô feliz, muito feliz!

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2 opiniões sobre “Meus dias com João Otávio (na barriga)

  1. Jully, adorei seu blog! Vários posts legais!!! E olha, acho q sua amiga vai chegar em uma conclusão em todas as visões das grávidas: por mais que a gravidez seja programada, esperada, desejada, todas passamos pelo mesmo “caos interno”, de tentar achar as respostas, de como eles serão, se seremos boas mães, do corpo ir ficando mto diferente, etc etc etc que não acaba nunca!!! Beijos!!!!

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