A segunda decisão difícil: escolher os padrinhos

Depois de decidir o nome do bebê, tivemos outra decisão difícil a fazer: quem serão os padrinhos do João Otávio? Quem, entre tantos amigos queridos, vai carregar a difícil tarefa de ajudar na educação e amar nosso pequeno quase tanto como se fosse a gente?

Tinha claro pra mim duas coisas: não queria tios, afinal tio é tio. E queria que fosse um amigo meu e outro do Fernando (padrinho amigo dele, madrinha amiga minha, ou vice-versa). Mas essa é uma conta difícil de se fazer, afinal pode acontecer de ele ter um grande amigo que eu não goste ou o contrário. Mas, decidir o padrinho foi simples: tinha que ser o Bruno.

O Bruno era o amigo do Fernando que estava com ele quando nos conhecemos, que acompanhou todo o início do nosso relacionamento, as primeiras brigas – e algumas outras também. Foi a pessoa que muitas vezes nos ajudou nas reconciliações e que acompanhou de perto nosso início do namoro. Antes da gravidez, já sabíamos que seria ele. Mas e a madrinha?

A madrinha foi difícil. Não que eu eu não tenha amigas queridas: pelo contrário, tenho muitas. Mas entre todas precisava decidir entre as melhores, mais leais, fiéis, companheiras e que eu sei que serão pra sempre. Por eliminação, sobraram poucas.

Dessas, quem eu confiaria a educação do meu filho plenamente, tanto pelos valores, que são parecidos com os meus e do Fernando, quanto pelo jeito de lidar com crianças? Aí sobraram duas! E aí que o negócio ficou mesmo difícil!

Minhas duas melhores amigas, que eu amo igualmente, com quem eu tenho um milhão de histórias e eu sei que assim serão até a velhice. Como escolher?

Aí pesaram os detalhes: os cuidados comigo e com o joão Otávio, o interesse em saber como estamos dia-a-dia, a atenção. A decisão veio com uma frase simples. Acontece que eu tive dois sangramentos durante o início da gravidez. No segundo deles, eu contei pra Mari. A resposta dela foi a seguinte: amiga, sossega aí, coloca essas pernas pra cima, cuida do João otávio, que eu tô indo pra tua casa!

Pronto! Minha decisão estava tomada. Ao longo das duas semanas que fiquei em casa, a Mari veio me visitar quase todos os dias, para que eu não ficasse sozinha. Então eu soube que ela faria qualquer coisa para cuidar do nosso Jota. Só podia ser ela!

Ufa! Decisão tomada, a hora do convite é sempre uma emoção, não há como negar. Atualmente, a Mari não mora no Brasil, mas tem estado mais presente do que muita gente que vive por aqui. Sabemos que, apesar da distância, o João Otávio estará sempre em boas mãos, bem cuidado e bem educado pela dinda Mari, afinal a madrinha do Jota é um amor, mas sabe muito bem como lidar com as crianças.

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