Que tipo de mãe eu quero ser

Quando eu estava grávida, minha terapeuta me passou um exercício de coaching que eu nunca consegui fazer. Ela pediu para que eu “conversasse” com 2 ou 3 mulheres que servissem como modelos de mães para mim, e baseada nisso, decidisse coscientemente que tipo de mãe eu quero ser.

Explico melhor. Essa é uma ferramenta de coaching que chama modelagem. Somos resultado das pessoas com quem mais convivemos. Sem saber, repetimos padrões de comportamentos baseados no que vimos durante a vida. Só que nós temos a opção de escolher quem são as pessoas que nos influenciam e modelar como queremos ser. E isso serve para todos os campos da vida.

Pois bem. Grávida eu não consegui completar a tarefa, e hoje acho que é porque eu nem sabia por onde começar a ser mãe. Recentemente, no entanto, conversei com duas das minhas modelos e uma delas me disse algo que resume tudo: para ser uma boa mãe, você precisa olhar o seu filho. E por olhar significa olhar tudo, minuciosamente, conhecer cada expressão facial dele.

Parece pouca coisa, mas não é. E esse é o tipo de mãe que quero ser. Quero ser o tipo de mãe que observa o filho e reconhece seus defeitos, qualidades, talentos. E que incentiva o que há de melhor e auxilia no que tem para melhorar.

Quero ser o tipo de mãe que conhece e cuida da sua alimentação, que conhece sua saúde. Quero ser o tipo de mãe que se diverte com as coisas e com quem, no futuro, ele tenha prazer em conviver. E que ele esteja comigo por opção e não por falta de. Quero ser uma mãe que canta, ri, brinca, estuda junto, ensina o lado bom da vida e que prepara pras horas que ter força é questão de vida ou morte.

Quero ser uma mãe que ensina que pensar positivamente traz mais resultados do que qualquer outro método de querer uma coisa na vida. E que ensina que ter fé é muitas vezes é o que faz diferença entre ter sucesso ou não ter.

Quero ser o tipo de mãe que dá carinho, mas puxa a orelha. Que ensina valores de ética, lealdade, respeito e honestidade. Quero ser uma mãe que faz meu filho me amar, me admirar e ficar encantado quando me vê, por ter orgulho de ser meu filho. E pensando bem, acho que tenho seguido pelo caminho certo.

 

 

 

 

P.S: caso você se interesse em saber melhor sobra ferramentas de coaching e modelagem, indico o curso de Life Coaching da Vanessa Tobias.

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