Como é estar grávida

Há duas semanas atrás, uma menina me perguntou durante a aula de pilates: “Como é estar grávida?” Que perguntinha difícil de responder! Minha resposta foi aquele clichê mais antigo da humanidade: “não tem como explicar”. E não tem mesmo. Só uma mulher que tem ou espera um filho sabe qual é a sensação. Mas desde então não paro de pensar nisso.

Estar grávida é uma loucura, e isso é algo que vivo repetindo por aqui. João Otávio está quase nascendo e não há um dia que eu não pense no quão louco e espetacular é ter uma pessoinha dentro de mim. É gerar uma vida e ser responsável por um serzinho que depende, em cada célula do seu corpo, unicamente de você.

Estar grávida é morrer de ansiedade para conhecer seu filho e ao mesmo tempo, morrer de medo de colocar nesse mundão cada vez mais doentio uma criança completamente indefesa. E só por isso sentir o coração apertar de aflição.

Estar grávida é não conseguir imaginar sua vida de agora em diante sem uma pessoa que você sequer sabe com quem se parece – e eu desafio qualquer mulher grávida a dizer, sinceramente, que imagina sua vida sem seu bebê.

Estar grávida é viver numa gangorra emocional por conta dos hormônios. É se irritar a toa com qualquer palavra dita errada, e dois minutos depois chorar de emoção só de pensar em ter seus filhos nos braços.

Estar grávida é ver seus relacionamentos – todos eles – mudarem drasticamente. Amar ainda mais seus pais, ver alguns amigos cada vez mais distantes e outras se aproximarem de repente. É ter sua vida sob tutela dos outros – mentira! não é, mas às vezes é como se fosse, afinal todo mundo vai querer cuidar e dar muito palpite na sua vida. Por mais irritante que isso seja, você acaba se acostumando.

Estar grávida é não ter vergonha de ligar pro médico porque fez mais xixi do que o normal ou perguntar se você pode usar qualquer desodorante, por achar que seu bebê está sempre correndo risco. Outra mentira: você vai morrer de vergonha, mas vai perguntar mesmo assim, porque a ideia de perder seu neném é muito mais desesperadora do que o constrangimento que vai sentir. E juro, eu fiz isso.

Estar grávida é se emocionar muito, chorar além da conta pelos motivos mais bestas, é se sentir a pessoa mais especial do mundo por estar levando dentro de si o ser mais especial do mundo, mesmo sabendo que milhões de mulheres passam por isso todos os dias. Estar grávida é sensacional! E depois de tudo isso dito, é ter uma certeza: estar grávida é algo que você nunca vai conseguir explicar.

 

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Barriga de Grávida

Tenho uma relação bastante controversa com a minha barriga: ao mesmo tempo que adoro, ela me causa incomodações profundas.
Admito que minha barriga nem é das maiores. Pelo contrário: precisei até adiar bastante minha sessão de fotos, por exemplo, porque a barriga não aparecia tanto quanto eu gostaria. Além disso, a minha é daquele tipo de barriga que eu sempre considerei linda: redonda, empinada, firme. Como não engordei tanto, praticamente a barriga é a única demonstração evidente da minha gravidez – embora eu tenha todos os outros sintomas que não são visíveis. De vez em quando, alguém me aborda na rua para elogiar minha barriga e dizer que está linda. Acho super engraçado, mas adoro e morro de orgulho, afinal me esforcei bastante para ter esse resultado.

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Ver a barriga crescer durante a gravidez é uma delícia. É como se o bebê começasse a se fazer presente, a gente vê se desenvolver, vê mudar de posição e quando os movimentos são mais intensos, percebe aquelas “ondinhas”, que na minha opinião, são a coisa mais linda. Mas conforme a barriga cresce, infelizmente vem o desconforto.
Em algum momento, todas nós teremos nossa posição determinada pelo bebê na barriga. Dependendo da posição do bebê, será inviável sentar reta na cadeira, por exemplo. Lá pelo quarto mês se tornou impossível dormir de bruços. E, de uma hora pra outra, você não conseguirá se abaixar e talvez precise até de ajuda para secar as pernas, fechar os sapatos e tirar a calça. Acrescente a isso o fato de que irá doer e pesar.
Eu adoro minha barriga de grávida, acho lindo de ver – não foi à toa a escolha do nome do blog, afinal é da barriga que a vida nasce! Vou sentir uma falta imensa de sentir os chutinhos, solucinhos e tudo mais. Honestamente, nem me lembro mais de como é não ter um bebê dentro de mim e tampouco consigo imaginar como será a sensação – dizem que é um vazio incrível! Entretanto, quanto mais o fim da gestação se aproxima, mais ansiosa fico para saber como será ter minha barriga de antes, afinal por mais linda que seja, será bom poder me movimentar normalmente outra vez.

Atenção: esse post receberá atualização em breve, com as fotos da minha barriga!

Será que acabou a magia?

Tenho tido uma dificuldade imensa em escrever nos últimos dias. O motivo principal é que, qualquer coisa que eu escrevesse, não seria tão bacana quanto antes. No último post, comentei sobre o fato de a minha ficha começar a cair: de repente me dei conta de que logo, logo terei meu bebê nos braços, e isso me assustou profundamente.

Junto a isso, vem o fato de que meus desconfortos – que não eram poucos – aumentaram nas últimas semanas. Minha barriga está maior e mais pesada a cada dia, e pequenas coisas do cotidiano se tornaram um pouco complicadas. Hoje, por exemplo, pela primeira vez, tive uma certa dificuldade em fechar minha sandália. Tá, é super engraçado. Mas é chato. Vou precisar adotar aquelas rasteirinhas de dedo, porque as fechadinhas já não são práticas.

Minhas roupas deixam de servir de um dia pro outro e dormir só é possível de lado: com a barriga pra cima, as costas doem bastante. Ah! e cada vez que eu troco de lado durante a noite, eu acordo por causa do peso da barriga, ou seja meu sono é picado. Junte a isso as corriqueiras câimbras, azia, inchaço nas pernas, falta de ar e o bom e velho cansaço, que voltou a me atormentar.

Para quem tem acompanhado o blog, nada disso é novidade. E para quem já passou por uma ou mais gravidez, a resposta é sempre a mesma: tudo isso é normal! E é, mesmo! Mas é um saco. Só que agora eu tenho um agravante para tudo isso: a ansiedade!

Não fiquei ansiosa, até agora, durante a gestação. Mas desde que o quarto está pronto, o tempo se arrasta, os dias parecem mais longos. Se até então, minha gravidez tinha voado, agora está a passos de tartaruga. E a espera é angustiante. Mais do que antes, penso no parto e fico nervosa, e me apavoro pelo fato de saber que eu não tenho a menor ideia de como serão meus dias quando João Otávio nascer.

Talvez eu tenha deixado de romantizar tudo – ok, desde que me falaram que eu romantizo tudo, eu tenho pensado muito nisso, e me sinto meio tola às vezes. Talvez a magia tenha acabado. Aliás, também já me falaram que a magia da gravidez é um mito. Talvez seja só ansiedade pela espera. Para tudo isso, tenho procurado me ocupar com outras coisas, tipo devorar livros, já que depois eu acho que não terei tempo, e também reconsiderar a ideia de fazer um chá de fraldas, já que pelo menos esse planejamento me dará outro foco. O fato é que, apesar da ansiedade e da angústia, eu sei que vou precisar esperar mais uns dois meses e meio para saber o que realmente acontecerá. E, pelo visto, esses próximos dois meses e meio serão beeemmm longos.

Quando cai a ficha

Ontem chegaram os móveis do João Otávio. O quarto está praticamente pronto para a chegada do nosso pequeno. Ficou lindo, eu adorei. Mas enquanto o pessoal da loja montava os móveis, a minha ficha começou a cair: nós vãos ter um bebê, e agora?

Estar grávida é uma delícia, não canso de repetir. Amo meu bebê de uma forma inimaginável, minha vida passou por mudanças incríveis para esperá-lo e eu já nem consigo imaginar minha vida sem ele. Mas a gravidez é uma fase de expectativas e projeções: a gente pode imaginar o que está por vir, mas não tem certeza de nada.

Ontem me bateu uma angústia. E se eu não for uma boa mãe? E se eu não souber o que fazer? E se eu não der conta? E se eu não puder cumprir com tudo aquilo que disse que faria quando fosse com meu filho? E se eu fizer tudo errado? E se eu não estiver preparada pra ter um filho?

Por enquanto, tudo é suposição. Eu acho que vou ser uma mãezona, dedicada, pulso firme, meio brava até, carinhosa, presente, paciente. E é o tipo de mãe que pretendo ser. Mas está tudo no achismo. E se não for nada disso? Meu deus, e agora?

Faltam, no máximo, 85 dias pro nosso filhote chegar e eu estou meio apavorada. Tudo isso é real, eu desejei tanto, sonhei tanto em ser mãe e agora que estou prestes a realizar, fiquei simplesmente imobilizada pelo meu medo. Talvez seja porque felicidade demais assusta. Quando essa fase acabar, como as coisas serão?

Tenho procurado não pensar muito nisso, para não me preocupar mais do que o necessário. Mas, se eu fosse um desenho de quadrinho, minha cabeça estaria com um ponto de interrogação gigante dentro de um balão. A pergunta que mais se repete internamente é “será que eu tô pronta? E agora?”.

Essa angústia vai passar, eu sei. Mas a mãe que nunca se fez essas perguntas que atire a primeira pedra. Imagino que ser mãe é isso: uma eterna dúvida! Fato é que não temos escapatória. Como toda mulher que encarna o papel de mamãe, me resta aprender a lidar com um pingo de culpa – afinal, desde ontem o Jotinha está especialmente agitado (será que minha ansiedade está fazendo mal pra ele?) – e com as perguntas sem respostas. Daqui a uns 10 ou 20 anos, com sorte, talvez eu consiga respondê-las pra mim mesma.

Gestação após a cirurgia de redução do estômago

Achei esse artigo excelente, a respeito de gravidez após a redução do estômago.

Vale a leitura.

fonte: http://www.renatokalil.com.br/

 

 

“Cerca de 50% das cirurgias para tratamento da obesidade são realizadas em mulheres em idade fértil, muitas delas, com grande dificuldade de engravidar devido aos vários problemas causados pela obesidade que afetam a ovulação. Com a perda de peso induzida pela cirurgia, geralmente ocorre a normalização dos ciclos menstruais, anteriormente irregulares, desaparecem os cistos ovarianos, estabelece-se a ciclicidade hormonal e a ovulação é a regra.

Nesse novo ambiente metabólico, muitas mulheres, anteriormente com quadros de infertilidade, vêem uma possibilidade real de engravidar. É muito importante que esta decisão seja compartilhada com a equipe médica. Esta gestação tem que ser programada e assistida, devido aos vários riscos impostos pelas mudanças anatômicas e funcionais produzidas pela cirurgia de redução do estômago.

Nas pacientes obesas, os problemas ginecológicos e obstétricos não são poucos. Quando conseguem engravidar, elas apresentam muito mais abortos e partos prematuros, diabetes gestacional, hipertensão arterial relacionada à gestação, pré-eclâmpsia, bebês demasiadamente grandes e com muito mais gordura corporal, hemorragias durante cesareanas, infecções de feridas cirúrgicas e complicações anestésicas. Nessas mulheres, a perda de peso, antes da gestação, pode propiciar as condições necessárias não somente à concepção e à gestação, mas também ao exercício da maternidade de forma mais saudável e feliz.

Quando a perda de peso envolvendo dieta, medicamentos e exercícios falha, as pacientes com obesidade grave podem ter acesso, através da cirurgia bariátrica, a um tratamento potencialmente efetivo, que pode resultar em perda de até 70% do excesso do peso corporal.

Além disso, esse procedimento pode promover a normalização de várias complicações associadas à obesidade mórbida. São muitos os tipos de procedimentos cirúrgicos utilizados, mas a maioria deles associa a redução do volume do estômago com mudanças na conformação das alças intestinais de modo a reduzir a absorção de parte dos alimentos ingeridos.

De uma maneira geral, estas opções terapêuticas não se tratam de procedimentos simples. Mesmo quando realizados por via laparoscópica, sem a abertura da parede abdominal, a cirurgia bariátrica pode resultar em complicações e falhas, sobre as quais a paciente deve ser amplamente esclarecida, antes de se submeter ao tratamento.

A rápida perda de peso que se segue às cirurgias da obesidade alcança um platô por volta de 12 a 18 meses, após o procedimento. É recomendável o uso de anticoncepcional nessa fase, uma vez que a perda rápida de peso pode colocar em risco o desenvolvimento fetal e os benefícios da perda de peso para essa mulher.

As técnicas classificadas como by pass desviam o alimento de importantes rotas absortivas e podem levar à deficiência de vários micronutrientes importantes para a saúde materno fetal. As deficiências de ferro, cálcio, vitamina B12 e ácido fólico, comuns nas pacientes submetidas a essas cirurgias, são mais intensas nas mulheres que menstruam, uma vez que perdem mais ferro através do sangue menstrual.

As deficiências nutricionais idealmente deveriam ser identificadas e tratadas antes da concepção. Isso pode ser feito com a suplementação de ferro, através do fumarato de ferro, mais tolerável do que o sulfato ferroso, vitamina B12 via oral 500 a 1000mcg/dia ou por via intra-muscular 500 a 1000mcg uma vez ao mês.

O cálcio – cerca de 1200mg/dia – deve ser administrado sob a forma de citrato de cálcio, uma vez que os sais de carbonato de cálcio requerem a acidez gástrica, e devido à redução drástica da câmara do estômago e do suco gástrico, estes nutrientes são muito mal absorvidos. Finalmente, todas as mulheres em idade reprodutiva devem receber, pelo menos, 400mcg de ácido fólico diariamente, para a redução do risco das malformações neurológicas, os chamados defeitos do tubo neural.

Além da manutenção dos cuidados e suplementações já iniciados antes da concepção, geralmente, há a necessidade de se intensificar as doses das vitaminas e minerais. Nesse momento, a gestante deve ser advertida sobre os riscos da super dosagem de uma vitamina em especial: a vitamina A. A dose contida nas vitaminas pré-natais é de 5000UI de vitamina A, por comprimido, e, muitas vezes, a gestante, após a cirurgia bariátrica, é corretamente orientada a ingerir 2 comprimidos por dia, alcançando a dose máxima de 10000UI da referida vitamina. Além desses dois comprimidos, a gestante não deve ingerir nenhum outro remédio que contenha vitamina A, pois além da dosagem de 10000UI, a vitamina é teratogênica.

As complicações da cirurgia bariátrica durante a gestação incluem a obstrução intestinal materna, geralmente devido à hérnias do intestino delgado, mais comuns nos procedimentos com laparoscopia, em relação às mulheres operadas através de abertura da parede abdominal. Podem ocorrer ainda torções intestinais, que, às vezes, evoluem para lesões intestinais graves, quando não diagnosticadas em tempo hábil. Essas alterações intestinais podem ser induzidas pelo crescimento uterino, deslocando o intestino anatomicamente alterado pela cirurgia e predispondo a herniações e torções. As queixas de desconforto abdominal nas gestantes devido a complicações da cirurgia bariátrica podem passar despercebidas ou podem ser confundidas com as alterações ligadas à própria gestação como os vômitos freqüentes, refluxo, contrações uterinas e mal estar matutino.

Os riscos das deficiências de micronutrientes aumentam com a progressão da gestação, levando à necessidade da suplementação desses através da via endovenosa ou intramuscular. É o caso das deficiências graves e resistentes de ferro e vitamina B12.

As baixas de glicose ou hipoglicemias, tão freqüentes nas gestantes de uma maneira geral, são geralmente mais freqüentes e mais graves nas gestantes após a cirurgia bariátrica. Além disso, a complicação mais sintomática e desconfortável dessas cirurgias, o chamado dumping, é também mais freqüente nas gestantes. Há que se reforçar a necessidade das refeições mais freqüentes, o cuidado com o jejum prolongado e o risco dos líquidos ou alimentos sólidos ricos em açúcar. As manifestações extremamente desconfortantes do dumping dão à paciente submetida à cirurgia bariátrica a noção clara da importância do controle alimentar, tanto em relação à freqüência, como em relação ao tipo de alimentos ingeridos.

A perda de peso das gestantes, após a gestação e o parto, segue a mesma intensidade da perda de peso após a cirurgia bariátrica. Há relatos de que a maior parte do peso ganho durante a gestação é perdida nas primeiras 5 semanas após o parto.

A amamentação não é contra-indicada para estas pacientes, entretanto, quadros de deficiências maternas de microcutrientes, como os descritos acima, podem levar às mesmas manifestações nos bebês que estão amamentando. Essas mães devem seguir suas suplementações rigorosamente para realizarem o sonho de amamentarem seus bebês.

Quando comparadas com as gestantes obesas que engravidam, aquelas que o fazem após a cirurgia bariátrica, têm menor incidência de hipertensão arterial, menor ganho de peso durante a gestação e bebês de peso semelhantes, embora os grandes fetos macrossômicos sejam menos comuns nas mulheres operadas.

A orientação nutricional e a adesão das pacientes ao novo programa alimentar favorece os resultados positivos das gestações de mulheres submetidas à cirurgia bariátrica. Por outro lado, a dificuldade que muitas dessas pacientes têm de seguir estas mesmas orientações pode tornar essas gestações complicadas, expondo os bebês aos riscos de graves malformações e desnutrição.”

Post especial: O que dar de presente para uma mulher grávida!

O que dar de presente para uma mulher grávida

Sempre achei que quando uma mulher engravida, os presentes que ganha devem ser sempre para o bebê. Mas eu estava enganada, afinal nós também amamos pequenos – ou grandes – mimos. claro que lembrancinhas para o baby sempre são bem-vindos, mas no caso de aniversário da mamy e Natal, não custa lembrar de presenteá-la, não é mesmo?

Sendo assim, montei uma listinha com pequenos mimos que qualquer mulher ama, e as grávidas também.

1-      Produtos para o corpo: que mulher não ama ficar cheirosa e com a pele lisinha? E se for  durante a gravidez então, que a pele estica e precisa estar sempre muito bem hidratada, cremes, body lotions e óleos corporais são sempre satisfação garantida.

Nativa Spa- O Boticário

Body Store

2-      Acessórios: se as nossas queridas bijoux já nos fazem felizes normalmente, imagina quando a gente passa ter um probleminha com as nossas roupas: nem todas servem, a maioria não fica bem e muitas vezes parecemos completamente desajeitadas. Pois bem, brincos, colares, anéis e todo tipo de acessório contribuem pro look da mamãe estar sempre em dia.

Maxi colar

3-      Livros: sempre agradam, basta saber o gosto da mamãe pra acertar na escolha. Uma dica bacana é dar livros sobre educação – têm uns do Içami Tiba, por exemplo, super bacanas. Dá pra investir também naqueles que tratam de meninos e meninas, quando se sabe o sexo. Ou então, pode apostar no bom e velho romance, afinal precisamos aproveitar o tempo de gravidez que nos resta para ler coisas do nosso interesse, enquanto não fiquemos presos a livros de história infantil.

Pais e Educadores de Alta performance – Içami Tiba

4-      DVDs: seguindo o mesmo raciocínio dos livros, DVDs são uma delícia de receber.  Dá pra apostar nos de música, filmes e seriados – lembram? Precisamos aproveitar o tempo que resta para coisas que amamos.

DVDs

5-      Kit praia: o verão está chegando e, como em todos os anos, queremos renovar nossos modelitos de bolsas, cangas, chapéus e principalmente protetores solar, que a essa altura já devem ter acabado. Na maioria das vezes, queremos também biquínis, mas como é mais difícil agradar nessa parte, uma bolsa super colorida ou uma canga também são ótimos presentes.

Bolsa de Praia

6-      Cesta de café da manhã: eu adoro! A gente já começa o dia se sentindo super especial!

Cesta de café da manhã.

7-      Dia de beleza em Spa: gente, imagina que felicidade ganhar de presente sessão de massagem, drenagem e todo aquele carinho de uma boa massagem que sempre fazem tão bem pra qualquer pessoa!!!

Massagem com pedras quentes!

Muito cuidado:

1-      Chocolates: são uma delícia, mas se a gestante tiver uma tendência a engordar, podem complicar uma situação que às vezes já estar no limite do aceitável.

Cesta de chocolate

2-      Roupas:  complicado! Muita coisa não nos cai bem, então só se você tiver muita certeza do gosto da presenteada. Uma exceção são aquelas t-shirts super divertidas que têm modelagem especial para gestantes.

Nem pense!

1-      Cestas com vinho ou champanhe: o motivo é óbvio. Não podemos ingerir bebida alcóolica, então não cometa essa maldade!

2-      Roupas para bebês: nós amamos, mas queremos ser mimadas com coisas pra gente também.

Prontinho! acho que essas dicas vão super agradar a todos, principalmente as gravidinhas, que gostam tanto de ser sempre paparicadas!

19 semanas

Hoje completamos 19 semanas de gestação, metade da gravidez. Quase cinco meses de puro amor, alegrias e emoção.

Todos os dias, em algum momento, eu penso a mesma coisa: cara, gravidez é uma loucura! É muita felicidade, mas é uma loucura. Nas últimas semanas, todo o meu corpo, meu coração, minha mente têm se preparado para receber um bebêzinho, para alimentar, zelar e proteger totalmente uma criatura que dependerá quase exclusivamente de mim e do papai. É muita mudança de uma vez só pra gente lidar. Deve ser por isso que, Deus em sua infinita sabedoria, fez nossa gestação de quase um ano, para termos tempo de nos acostumar com a ideia.

E olha, não há nenhuma garantia que seja tempo suficiente. Se o tempo parece passar cada vez mais rápido conforme envelhecemos, com a gravidez a velocidade triplica. Parece que foi ontem que fui fazer um exame de gravidez, só para desencanar do atraso da menstruação. E que foi ontem o primeiro ultrassom, e que ontem descobrimos que estamos esperando um homenzinho, que encherá nossas vidas de mais amor e alegria.

Nesse tempo, começamos a mudar também nossa casa, preparar enxoval e planejar tudo para a chegada do João Otávio. E, mesmo com todo o planejamento, sabemos que muito provavelmente, as coisas serão bem diferentes do que pensamos. Mudamos nossos assuntos, nossos interesses e passamos a nos preocupar em comprar fraldas descartáveis, lenços umedecidos, berço e afins. Passamos a ler livros sobre educação infantil, além dos nossos queridos romances. E em breve, precisaremos aprender a trocar fraldas e amamentar. Cara, que loucura!

Metade da gravidez já se foi, e acredito que agora o tempo tende a passar ainda mais rápido. Eu, particularmente, fico cada vez mais curiosa para ver o rostinho dele, tocar a mãozinha e tê-lo nos braços. Mas apesar disso, não me deixo ficar ansiosa, afinal gravidez é um momento tão especial, que quero curtir cada segundo. Tenho certeza de que vou sentir saudades desse período, apesar das turbulências que passamos. Hoje, consigo entender porque algumas mulheres fazem um filho atrás do outro: certamente, um pouco é por passar sempre e sempre por essa fase maravilhosa que é a gravidez. E concordo com o clichê máximo que diz que só sabe quem passa por isso. A sensação é única, e me arrisco a dizer que gerar um filho é, sim, um momento de pura magia. E também é uma loucura!