Super dica pra ficar linda!

Já comentei algumas vezes no blog, mesmo que de forma indireta, o quanto nossa autoestima pode ficar abalado durante a gestação. além dos hormônios nos deixarem numa confusão emocional danada, a gente engorda, cresce a barriga – não tem jeito – parecemos desajeitadas e a maioria das nossas roupas deixam de servir, e nem sempre as que servem ficam realmente boas.

Em meio a uma das minhas intermináveis crises – “eu tô gorda!”, “nada serve!”, “não dá pra saber se engordei ou se to grávida!” e por aí vai – eu descobri a Mammy Fashion, que é especializada em moda para gestantes. Há quem diga que é besteira, desperdício de dinheiro e tal. Eu sou do tipo total a favor de roupas para gestantes, por intermináveis razões. A primeira, e provavelmente mais óbvia de todas, é que durante esses nove meses de gestação você precisará de roupas, não tem como fugir. Usar calça jeans padrão se torna inviável com o tempo, simplesmente as calças não fecham. Usar vestidos, por mais confortáveis que sejam, também pode causar problema. Se você for como eu, que não engordou tanto, perceberá que os vestidos que servem na barriga, ficam largos nos seios, e os que ficam bons nos seios não passam pela barriga. E além do mais, a gente também quer andar na moda e se sentir bem.

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Encontrei na Mammy a solução para meus problemas: além de ter várias roupas lindas, modernas e confortáveis, desde roupa básica até vestidos de festas, passando pelas lingeries para grávidas e amamentação, a gente é super bem atendida, coisa que faz toda a diferença nesse período de fragilidade total. As meninas são super atenciosas e delicadas em todo o atendimento e a gente sai de lá com o ego massageado, tanto pelos novos modelitos quanto pela gentileza que recebeu.

Me tornei cliente da loja, sem dúvida. Até brinquei com a minha mãe que, se eu soubesse, teria comprado shorts e bermudas jeans lá desde sempre: acreditem, faz diferença! Tanto eu adorei a Mammy que fechamos uma parceria e as roupas da minha Sessão Gestante foram cedidas pela loja (as fotos e os looks vocês vão poder conferir até semana que vem aqui no blog!)

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Uma vez comentei aqui no blog que penso que as coisas bacanas devem ser sempre compartilhadas. A Mammy é uma dessas coisas que eu acredito que vale a pena passar adiante. Há uma certa dificuldade em encontrar na região da Grande Florianópolis lojas especializadas nesse tipo de roupa. Quando a gente encontra, precisa passar a informação. Vale a pena passar na Mammy e conferir os modelitos, com certeza você vai sair de lá gostando ainda mais de estar grávida.

 

Ah! A loja está com promoção de verão e recebendo a coleção de inevrno. Não tem momento melhor pra dar uma conferida!

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Mammy Fashion em dois endereços:

Av. Rio Branco, 380 – Loja 09
Galeria do Edifício Barra Sul

contato@mammy.com.br

(48) 3322 4393

R. Domingos André Zanini, 277 – Loja 03
Edifício Empresarial Terra Firme

contato@mammy.com.br

(48) 3047 4393

Conselho

Se eu pudesse dar um conselho sobre a gravidez seria, além de usar filtro solar: cuide da sua alimentação.

A gente  sabe, já escrevi no blog inclusive, sobre o quão importante é para o bebê que a mamãe se alimente corretamente, em prol da sua boa formação desde o princípio.

Mas a gente fala pouco do quão importante é, para a mulher, estar em boa forma física no fim da gravidez. O sobrepeso para mulheres grávidas traz uma série de complicações. Aliás, não só para as mulheres grávidas, mas não é disso que quero falar, afinal não sou médica especialista para abordar o assunto com tanta propriedade. Quero falar, sim,  da minha experiência.

Como muitos já devem saber pelo tanto de vezes que mencionei no blog, fiz redução do estômago e emagreci 41 kg. Um dos motivos que me levaram a decidir pela cirurgia foi exatamente o desejo de ser mãe: eu sabia que com o peso que estava – 115 kg – seria complicado engravidar, e depois de grávida, teria uma série de possíveis problemas.

Desde a cirurgia, agradeço todos os dias a mim mesma por ter encarado o processo todo. Embora algumas pessoas ainda pensem que a gastroplastia é um caminho fácil para o emagrecimento, quem por ela passa sabe que as coisas não são tão simples. Nós passamos por várias adaptações, dificuldades, desconfortos – muitos dos quais, inclusive, nos acompanharão por toda a vida – para conseguir nosso objetivo. Mesmo com tudo isso, continuo dizendo que vale a pena cada segundo. E agora, grávida, tenho cada vez mais convicção disso.

Estou no oitavo mês de espera do meu baby e engordei quase 9 kg. Totalmente dentro do que eu pretendia pra mim. Mas não sei se conseguiria isso se não tivesse meu estômago reduzido, porque há de se convir que a fome é grande – cada vez maior aliás! E, claro, se eu disser que minha alimentação é 100% perfeita o tempo todo eu estaria mentindo, mesmo porque sou do tipo que tem vontade de comer muitas coisas ao mesmo tempo. Mas sou ciente de que, se estou chegando no fim do prazo dentro do que eu planejava aumentar de peso e dentro do recomendável, é graças, em maior parte,  ao meu esforço.

Mas o esforço compensa. Eu fico imaginando (ou melhor eu nem imagino e nem tento muito!) o tamanho do desconforto que sentiria se tivesse engordado tipo uns 15 kg ou mais. Embora antes eu tivesse passado dos 100 kg, acho que eu não sentia todo esse peso no corpo. Em contrapartida, sinto agora, tudo na barriga. Me sinto às vezes do tamanho de um elefante, ou coisa parecida, não pelo tamanho, mas pelo cansaço.

Por isso reforço meu conselho de cuidar da alimentação. Lá pelo oitava mês você, suas pernas e suas costas  vão agradecer  por não ter comido tanta coisa quanto gostaria e ter abdicado de algumas delícias, eu aposto!

 

Visitas na maternidade

Ontem fiz minha primeira consulta com pediatra, no papel de mãe – mas isso vai me render um outro post, prometo. Em meio à conversa, a médica falou uma coisa SENSACIONAL, que acho que tenho obrigação de compartilhar com vocês. Ela me disse o seguinte: a pior invenção na vida de uma mulher é a tal da visita na maternidade.

Gente! É genial! Eu já desconfiava disso desde que engravidei, mas quando o assunto é abordado por uma médica com mais de 30 anos de experiência, ganho respaldo científico para minha opinião.

Com a proximidade da data do parto – que até agora só Deus sabe qual é – tenho ficado cada vez mais ansiosa e angustiada, e tenho repetido isso aqui várias vezes. Afinal para mamãe de primeira viagem tudo é novo. Vou ter que aprender a lidar com choro, amamentação, vômito, umbigo, cólica e mais um monte de coisas que chegam junto com o bebê. Imagina em meio a tudo isso ter que parar pra servir cafezinho pra visita ou me preocupar em não estar de pijama?

De acordo com a médica – ok, eu também penso isso, mas vou usar o respaldo da profissional – o limite entre ajudar e se intrometer nesse período é uma linha muito tênue. E às vezes na ânsia de ajudar as avós, tias, sogras, primas, vizinhas, amigas acabam por atrapalhar nessa fase de adaptação da nova família que se formou. E vejam bem: muitas vezes independe da proximidade da visita com a mãe ou pai. A pessoa que visita – principalmente as que chegam dando muito palpite, muito conselho sem ser solicitado, acabam atrapalhando. Isso vale pra  QUALQUER PESSOA. Já falei isso em outros textos, todo mundo tem um super conselho pra grávida, e imagino que pra mãe de recém-nascido seja ainda pior. Só que ouvir palpite de gente que tem experiência no assunto, já é um saco, imagina de quem não entende bulhufas do que está falando!

Não sou uma pessoa cheia de dedos, e me conhecendo bem, já antecipo que existe a possibilidade de eu acabar sendo grosseira com quem quiser nos visitar no período pós-parto. Em minha defesa, meus hormônios estarão um turbilhão, não estarei dormindo bem e estarei nervosa por não saber muito bem como proceder com o baby. Mas não custa já avisar que prefiro visitas em casa, incluindo de familiares.

Eu entendo que meu pequeno é um bebê muito bem vindo, um anjo que abençoa nossas vidas e tudo o mais. Mas antes de ele conhecer o mundo, ele precisará conhecer mamãe e papai, e não sabemos como será nossa adaptação. Portanto, mais uma vez, adianto aqui que todas as visitas serão muito bem vindas, amaremos toda demonstração de carinho e afeto, mas só depois de 15 ou 20 dias, e com visitas comunicadas antecipadamente e super rápidas. Antes disso, qualquer um corre o risco de ver a mamãe aqui pirando.

 

 

 

leiam mais sobre o assunto:

 

As 10 regras de etiqueta para visitar um recém-nascido na maternidade ou em casa!

 

 

Convite

Este post não é um jabá e nenhum tipo de propaganda.

É simplesmente porque eu acredito que as coisas bacanas devem ser compartilhadas.

No próximo fim de semana, a equipe da coaching Vanessa Tobias realizará o curso de Coaching para grávidas (os). O curso aborda uma série de temas ligados à gestação e maternidade, sempre com profissionais ligados a cada aspecto levantado e visa otimizar a gestação, a fim de preparar pais e mães para todo o processo confuso que está por vir.

Eu não fiz esse curso ainda, mas pretendo entrar na próxima turma. Mas já me inscrevi para a palestra, que é de graça. Sendo assim, não posso falar sobre o curso em si, mas posso comentar sobre a equipe de profissionais.

Conheci a empresa da Vanessa no ano passado, através da Julie, minha amiga/ naturóloga/ terapeuta /professora de Aromaterapia. Fiz o curso  de Life Coaching em março do ano passado, na Turma 10 e foi 10 mesmo! Sabe aquele tipo de coisa que você indica sem nenhum receio de fiasco? Então… é  esse curso! Além de ter a empresa na maior confiança, sou fã, admiradora, respeito e acredito fortemente no trabalho que a Vanessa faz. Aliás, a Vanessa é o tipo de pessoa que todo mundo deveria conhecer: além de ser linda e um encanto de pessoa, é super  inteligente, focada, competente, responsável e tem uma história de vida e de profissão de aplaudir em pé! Ela é demais – sem qualquer puxa-saquismo!

Na equipe tem obstetra, nutricionista, coaches, naturólogas e por aí vai. E por falar em naturólogas, quem faz parte da equipe também, é a Julie, que mencionei ali em cima. A Julie é outra super profissional em quem confia piamente, um amor de pessoa, encantadora e do tipo que te faz acreditar que tudo é possível, só de saber tudo o que ela já fez na vida.

Acho que deu pra perceber o quanto sou admiradora do trabalho de ambas, né? Por isso tudo que to louquinha pra fazer o curso, pois tenho certeza de que vale a pena. Antes disso, vale a pena ir à palestra, que acontecerá na próxima quinta-feira, dia 10 de janeiro, na casa matriz da empresa.

Pra quem se interessou, entra o no site e se informa melhor. Já fiz minha inscrição. Ah! E papais também são convidados! Esse é o tipo de evento que não dá pra perder, nossos bebês merecem, e a gente também!

 

Informe-se melhor: http://coachingparagravidas.com.br/

 

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A beleza da gravidez

 

Quando eu fiz minha redução de estômago, emagreci 41 kg no primeiro ano. Constantemente, ouvia alguém dizer como eu estava linda e magra. Em todas às vezes, estampava um sorriso no rosto e agradecia, mas internamente sabia que a redução era responsável pela minha magreza, mas não era a única responsável por eu estar mais bonita.

Na época, cheguei a escrever no meu blog sobre os motivos pelos quais eu acreditava – e ainda acredito – estar tão bonita. Simplesmente eu estava mais feliz, levando a vida com mais leveza, de forma mais descontraída, de modo que “estar linda” era um estado de espírito, que refletia na minha aparência.

Pois 3 anos depois, venho falar sobre o mesmo assunto. Quando me descobri grávida, uma moça que trabalha comigo comentou algo como: “Jully, tu vais ser uma grávida muito bonita!”.  E desde o início tenho sempre escutado as pessoas dizerem que estou cada vez melhor, que a gravidez me fez muito bem, cada dia mais linda, essas coisas.

Não vou bancar aqui a falsa modesta e dizer que discordo, porque seria mentira: de fato, eu também acho que a gravidez me fez um bem danado, do ponto de vista estético – em outros também, mas o assunto agora é esse! Mas, ao mesmo tempo, acho muito engraçado pensar nisso: minha pele está mais oleosa, meu cabelo mais volumoso (e nós sabemos, mulherada, que cabelo volumoso é mais bonito em editorial de revista do que na vida real), meus seios, quadris e barriga maiores, de forma que aparento ter engordado bem mais do que engordei, tenho mais olheiras, aparento estar pálida e abatida muitas vezes, apareceram umas manchinhas – suaves – no rosto e passo grande parte do tempo inchada, o que contribui para eu parecer ainda mais redonda. Ah! E também pareço desajeitada dependendo da roupa que uso.

Hoje de manhã, enquanto me arrumava pensei nisso e até ri sozinha. Como é possível? E então me lembrei de como as coisas aconteceram há 3 anos atrás. E mais uma vez pude comprovar a teoria de que não existe produto cosmético melhor do que a felicidade. Por melhor que sejam nossos produtos antirrugas, o protetor solar e a massagista, meu povo, não há como competir com um sorriso de verdade no rosto e a paz de espírito.

Tenho sempre repetido no blog, e ontem escrevi sobre isso, inclusive.  Tenho vivido os melhores dias da minha vida, a fase mais feliz que uma mulher pode passar e tanta alegria e amor eliminam todos os “defeitinhos” que apareceram em mim por causa dos hormônios. Não significa que estou no maior bom humor todos os dias e que já sou apta a virar monge budista, nem que minha vida está perfeita. Significa simplesmente que a parte boa é muita maior do que a ruim, e tenho enxergado mais o lado azul da vida. Queria que alguma revista de beleza me perguntasse qual o meu segredo. A resposta seria: “alimentação, pilates e drenagem linfática também. Mas meu segredo de beleza maior é ser insuportavelmente feliz.”

 

 

 

 

Coisas que você não deve dizer para uma mulher grávida

Como eu sempre falo aqui, estar grávida é uma delícia. Costumo até brincar que se eu soubesse que era tão legal, teria engravidado antes. Mas, infelizmente, como em tudo na vida, passamos por algumas situações constrangedoras – ou nem tão constrangedoras, mas que simplesmente enchem o saco. Algumas pessoas não têm a menor ideia do que seja bom senso e extrapolam nos comentários que fazem. Por causa disso, listei algumas coisinhas que você pode deixar passar batido e nunca comentar com uma mulher grávida.

 

1-      “Nossa! Como sua barriga cresceu! ”(principalmente se for em tom de muita surpresa.) – pois é, minha gente! Tenho uma novidade: barriga de mulher grávida cresce. Aliás, TEM que crescer. Estranho seria, inclusive, se não crescesse. Nós sabemos, vemos esse crescimento acontecer diariamente. Acontece que esse tom de espanto, às vezes, nos deixa em um situação quase constrangedora demais. Nem todos os dias, acordamos nos sentindo mulheres lindas e maravilhosas com nossas formas arredondadas, e apesar de AMAR nosso bebê e AMAR saber que ele está se desenvolvendo bem, mostrar grande susto porque nossa barriga cresceu de uma semana pra outra, pode fazer nossa autoestima parar no pé. Sim, eu sei que a intenção é agradar, e não tem jeito, as pessoas vão fazer esse comentário até o dia do nascimento, mas por favor, seja discreto.

2-      “Parto normal? Você é louca!” – na minha última consulta de pré-natal, perguntei pra minha médica quando eu devo decidir que tipo de parto eu quero. A resposta dela foi mais ou menos a seguinte: ”a menos que você marque uma cesárea com antecedência, não tem muito como prever o que vai acontecer no momento exato do nascimento”. Acontece que a grande parte de nós já tem uma ideia do tipo que parto que quer, é uma decisão nossa querer tentar parto normal ou não, e esse tipo decisão, se é que diz respeito a alguém, é só ao pai de criança, que provavelmente vai acompanhar tudo de perto. Só que mesmo que essa seja nossa decisão, nós já morremos de medo, afinal existem histórias assombrosas sobre o assunto. Faça a gentileza de não nos deixar ainda mais apavoradas, e não comente nada caso seu parto normal tenha sido traumático, a não ser que 1- a gente pergunte 2- seja com uma mulher com 3 filhos pequenos, laqueadura e casada com um homem com vasectomia 3 – seja com uma mulher que nem pensa em engravidar nos próximos tempos, e menos ainda pensa no parto. Esses dias, escutei uma história cabulosa, durante a história falei 3 vezes que estava passando mal já, e a pessoa continuou falando o terror que foi o nascimento da filha. Fiquei apavorada. Gente, sério! Como disse antes, nós já temos medo, não precisa contribuir ainda mais pra isso, ok? Obrigada.

3-      “Cesárea? Você é louca!” – pois é, segue o mesmo raciocínio lógico do tópico anterior. Não temos a menor ideia de como nossos bebês vão nascer, mas ficamos assustadas e ansiosas só de pensar no assunto. Por favor, seja delicada e só toque no assunto se sua experiência tenha sido de conto de fadas. Não precisamos saber de pós-cirúrgico que deu errado nem de erro médico durante a cirurgia, nem o quanto a anestesia dói e é dada numa posição desconfortável, enfim. Deixe que, caso tenhamos curiosidade, pesquisamos o tema ou perguntamos.

4-      “Bom mesmo é quando estão na barriga, porque depois que nascem dão muito trabalho”- juro que escutei isso de uma pessoa. Fiquei completamente sem resposta. É de se imaginar que filho dá trabalho. Mas se não fosse bom, a humanidade estaria em extinção. Não é possível que tanta gente diga que a maternidade é uma coisa maravilhosa, se não fosse verdade, não é mesmo? Na maior parte do tempo, nós não temos a menor noção se seremos boas mães, se nossos filhos serão crianças saudáveis e bem educadas, ou verdadeiros pestinhas. Mas – de novo – não nos assuste! Já temos razões suficientes para entrar em parafuso a qualquer momento.

5-      “Dois filhos, um atrás do outro? Espera nascer pra você ver”- pois é, de novo vou seguir a ideia do tópico anterior. Meu povo, eu queria ter gêmeos, e infelizmente não foi dessa vez. Se eu tenho o sonho de ter dois filhos mais ou menos com a mesma idade, please, não tentem me apavorar e comprometer minha vontade. O corpo é meu, quem vai perder (ou ganhar, depende do ponto de vista) anos e passar trabalho sou eu. Deixem que eu mesma conclua que é melhor esperar um pouco mais antes de ter o segundo filho.

6-      “Não coma … (inclua aqui qualquer alimento) que faz mal”- existem muitos mitos e verdades a respeito dos alimentos que podemos ou não consumir. Esse comentário, pra mim, é um dos piores. Fomos devidamente instruídas desde o início do pré-natal quais alimentos fazem realmente mal pro bebê. E olha, não existe consenso nem entre os médicos, mas cada mulher segue a orientação do próprio médico. Só que comentários desse tipo, traumatizam. Um exemplo: existe toda uma história sobre o café durante a gestação. Eu fui orientada pela médica e nutricionista que posso consumir até duas xícaras de café por dia. Imagina o quão desagradável é quando vou tomar café e alguém pergunta se eu posso tomar! Se eu não pudesse, não tomaria. Outro exemplo: um dia me falaram que linhaça faz mal pra grávidas. Pesquisei sobre, perguntei para médica e para a nutricionista e nenhuma das duas apontou qualquer razão para isso ser verdade. Mas até hoje, tenho receio da tal da linhaça, porque vai que faz mal e acontece alguma coisa com meu bebê e a culpa é minha porque comi linhaça. Chato né? Como eu disse, fomos orientadas já pelo médico durante o pré-natal, então talvez seja uma boa ideia guardar suas super dicas para quem pergunta.

7-      “E aí? Enjoa muito?” – gente, existem outros sintomas da gravidez, e honestamente, enjoos não me parecem relevantes em meio ao turbilhão de coisas que acontece conosco.

 

Eu sei que, a maioria desses comentários – e muitos outros que não quis mencionar para não ser (mais) indelicada – são feitos por total inocência. Então me perdoem o desabafo. Acontece que de vez em quando são impertinentes e bastante incômodos, principalmente com os hormônios a flor da pele e um estado de intolerância de matar qualquer um. Mas, sinceramente, inconveniência tem limite, então principalmente quando se trata de coisas que nos apavoram, tenha cuidado.

Ao invés de dizer que nossa barriga cresceu, diga o quanto estamos lindas. E que nossa decisão sobre o parto foi a melhor de todas, essas coisas. Não custa nada, né. Afinal, nós também amamos quando o mimo é no sentido de nos deixarmos completamente tranquilas e relaxadas nessa fase conturbada pela qual estamos passando.

Manchas na pele durante a gravidez

 

Tenho uma confissão a fazer: tenho verdadeiro horror a manchas no rosto, exatamente na mesma proporção que tenho preguiça extrema daquele ritual de beleza diário antes de dormir, e de passar protetor solar diariamente.

Dificil né? Ou corro o risco de me acostumar com as manchas ou me acostumo a vencer a preguiça e cuido da pele. Pois bem, na dúvida, e sempre pensando que é melhor prevenir que remediar, resolvi fazer uma forcinha por mim mesma, afinal desde que engravidei tenho pensado muito no meu bebê e às vezes esqueço do que eu preciso realmente. E sem contar que a necessidade bateu mesmo na porta, já que, com a gravidez, minha pele ficou beeeeemmmm mais oleosa.

Como não custa nada dar umas diquinhas, compartilho com vocês os produtos que adotei para deixar minha pele mais saudável:

 

1- Dermotivin: sabonete facial para pele mista ou oleosa. Já conhecia o produto, por isso foi minha primeira opção de compra para o rosto.dermotivin

 

2- Creme Hidratante Facial Neutrogena Oil Free FPS15:  pela orientação da minha médica, eu posso usar qualquer hidratante, desde que não haja nenhum tipo de ácido na composição. tive um pouco de dificuldade disso, mas encontrei esse creme. Na dúvida sobre a composição, perguntei pra farmacêutica pra garantir que não haveria contra indicação. tenho usado todas as noites e de manhã também. gosto bastante. mantém minha pele hidratada, sem deixar gordurosa. e ainda previne as temidas ruguinhas.

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3- Anthelios AC FPS 40 com Cor La Roche-Posay: Fluido Protetor Solar: esse é p protetor solar indicado por grande parte dos dermatologistas. Gosto, principalmente, porque é feito por laboratório farmacêutico, e não por indústria de cosmético. deixa a pele bem protegida, tem o toque seco, nadinha de oleosidade. Só tem um inconveniente: por mais bem espalhado que fique, tem uma tendência a deixer a pele esbranquiçada, então você corre o risco de parecer mais pálida do que o normal.

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4-  Toleriane 40 ml – La Roche-Posay: hidratante para pele muito sensível. hidrata e protege a pele contra alergias, rosáceas e afins. A Maria – dinda do Jota – trouxe sob encomenda de Londres pra mim, e comecei a usar faz poucos dias. Mas to adorando. Pele super hidratada, sem riscos de alergia! Perfeito para a gravidez na minha opinião.

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 Acredito que tô bem amparada contra as manchinhas super indesejadas. Tenho sido disciplinada para evitá-las, e apesar de saber que são em boa parte “culpa” do fator genético, prevenir é sempre um caminho excelente a se tomar. Claro que, eu não sendo médica, não tenho cacife para indicar nenhum produto com total convicção, então apesar de esses produtos terem caído no meu agrado, na dúvida não esqueças sempre de consultar um médico, ok?