Aniversário de 1 ano!!

Hoje o Blog está completando 1 ano!

um ano

 

Lembro-me bem do que escrevi no primeiro post: eu sabia, desde que engravidei, que acabaria fazendo um blog, porque precisava compartilhar muita coisa que fervia na minha cabeça.

Neste um ano, eu desabafei, compartilhei experiência, declarei meu amor e escrevi um monte de coisas que eu queria dizer e às vezes não conseguia.

Por causa do blog, tornei-me próxima de outras amigas grávidas e fiz algumas outras novas amizades! E, também por causa do blog, descobri que tem muita, mas MUITA gente mesmo que gosta de mim e que torce pela minha felicidade e da minha nova família!

A todos vocês, muito obrigada por acompanhar nossa trajetória, compartilhar experiência comigo, me consolar, dividir medos, angústias, sonhos e felicidade!

Que venha mais um ano do Blog!

Beijinhos, beijinhos, com sabor de bolo de festa de criança!

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A Saga das Papinhas parte 2: A Revolução

Eu escrevi aqui como era difícil o início da introdução de alimentos para bebês. E foi mesmo, um dia complicadíssimo, o primeiro com papinhas. Pois bem, mas como tudo nessa aventura de ser mãe, a gente aprende com a prática e com o tempo fica expert na arte de fazer seu bebê comer. E posso dizer: nessa arte, eu tô boa.

Parênteses: às vezes, eu escrevo coisas que fica parecendo que eu sou infalível como mãe – ou pelo menos eu tenho essa impressão. Eu não sou infalível, não sou perfeito, cometo muitos erros, mas faço o meu melhor todos os dias para chegar o mais perto possível de minimizar minhas falhas. E claro, na questão alimentação, não é diferente.

Voltemos!

Eu sei que sou muito repetitiva e falo muito sobre alimentação, mas como já disse várias vezes, essa é uma das coisas mais importantes – ao meu ver – na criação de filhos. É cansativo, exige tempo, dedicação e paciência, mas eu acredito que os resultados serão vistos pelo resto da vida dos pequenos. É um investimento a longo prazo, eu diria. E é também uma forma de demonstrar carinho, afinal não é uma delícia uma comidinha preparada por quem tanto nos ama? Claro, comprar pronto é muito mais prático e eu não condeno, fazer como nossos pais e avós fizeram também é mais fácil, uma vez que basta repetir uma receita que já deu certo. Mas e se pudermos mudar algumas coisinhas e fazer dar ainda mais certo, não é muito mais bacana?

Pois bem. Todos os dias eu preparo o almoço e janta do João Otávio. Exige um quê de criatividade, senão a gente faz todo dia a mesma coisa – geralmente o mais rápido e fácil. E vou admitir: eu sempre gostei de cozinhar, mas no início eu nem sabia por onde começar a fazer a comidinha dele. Então vou escrever umas pequenas dicas que eu li e/ou aprendi com a prática.

Pra começar, é importante ter em mente os grupos que são necessários colocar na comida do bebê todos os dias. O ideal é que a gente siga uma “fórmula” e depois que você aprende essa tal “fórmula” fica ainda mais fácil de fazer. Eu achei uma imagem no Facebook que deixa tudo bem resumidinho, olha que legal:

Fórmula básica

 

 

A partir dessa tabelinha, a gente só precisa ir mesclando os alimentos e testando o que os pequenos curtem mais. Não tem erro. Aí eu já bolei algumas combinações que por aqui são sucesso garantido, vou passar alguns exemplos:

 

1- mandioquinha, abóbora, frango, cebola, alho, salsinha e ervilha.

2- frango, batata, cenoura, abobrinha, alho e feijão azuki.

3- lentinha, batata, abóbora, cebola, frango e chuchu.

4- frango, arroz, cenoura, batata, cebola, alho e salsa (canja)

5- carne moída, abóbora, cebola. (creme de abóbora)

6- mandioquinha, abobrinha, cebola, cenoura, frango e couve mineira. (a couve mineira eu só cozinho junto, tiro na hora de comer, porque ele engasga.)

Prestem atenção que eu não coloco gordura, viu? É só a própria gordura da carne ou do frango. Aqui o frango é o preferido, carninha moída o baby não aceitou bem. Ainda não testei com miúdos, mas já dei gema de ovo, que ele até curtiu, mas deu dor de barriga depois.

 

Outra dica importante é que os pediatras dizem que o ideal é que a sopa seja apenas passada na peneira, desde o início. Com o João Otávio, não rolou. O primeiro mês da comida dele, eu tive que passar tudo no mixer, porque caso contrário, ele não comia. Então assim, por mais que não seja o ideal recomendado pelo médicos, não deixa de dar a comida por causa disso. Vai tentando. Desde a semana passada, eu já tenho feito na peneira e ele tem aceitado melhor. Hoje por exemplo eu fiz o seguinte: refoguei o frango, batata, cenoura e alho. Numa panela separada, eu cozinhei o feijão azuki, normalmente. Só misturei na hora de amassar na peneira. Ficou uma delícia e ele comeu tudo.

Outra coisa importante na dieta dos bebês são as frutas. Aqui em casa, são duas porções por dia. Geralmente, eu misturo frutas. O João Otávio adora banana e como é docinha, eu gosto de dar junto com outras frutas, tipo mamão e banana, pêra e banana, maçã e banana e banana com suco de laranja. Também gosto de dar mamão com suco de laranja, as frutas sozinhas e manga – ele AMOU manga! Depois dos seis meses, também pode colocar um pouquinho de farelo de aveia na fruta.

Nos intervalos, sempre é importante muita água e sucos. Suco de laranja-lima com água – eu particularmente não gosto de ar puro – suco de mamão e couve (ele toma tudinho!), água de coco (vai super bem também!). E se tiver com o intestino trancadinho, água de ameixa (coloco duas ameixas secas e cubro com água por umas duas horas, depois é só dar essa água pra ele. Tiro e queda!)

Importante: não coloco açúcar em nada, nunca, em hipótese alguma, ok? E sal vai, de preferência sal marinho, mas é quase nada, não para ficar salgada, apenas para realçar o sabor do alimento.

Outra coisa muito legal que eu fiz, foi congelar sopa. Ao invés de preparar só para um dia, faço uma quantidade maior e congelo as porções na medida certa. Na hora do apuro, se não conseguir cozinhar, precisar sair, se atrasar ou qualquer coisa do tipo, tem alguma coisa pronta. Mas ó, é bem importante identificar nos potes a data de preparo e se possível, quais os ingredientes de cada sopa. Dá pra guardar por até 1 mês no congelador. Uma mão na roda!

Cuidar da alimentação do bebê, eu repito, vale bem a pena e se torna cada dia mais fácil. Se a gente se empolga, dá até pra adotar a alimentação deles pra gente e comer mais saudavelmente, olha que maravilha! Essas dicas facilitam ainda mais a nossa vida, porque tem tudo resumidinho!

Espero ajudar vocês!

 

P.S sobre as comidas prontas: não condeno, pelo contrário, acho uma ajuda importante na hora do desespero. Mas cuidado para a exceção não virar regra. Sempre tenha pelo menos um potinho de papinha comprada pronta em casa, a gente nunca sabe quando vai encontrar uma emergência.

Que tipo de mãe eu quero ser

Quando eu estava grávida, minha terapeuta me passou um exercício de coaching que eu nunca consegui fazer. Ela pediu para que eu “conversasse” com 2 ou 3 mulheres que servissem como modelos de mães para mim, e baseada nisso, decidisse coscientemente que tipo de mãe eu quero ser.

Explico melhor. Essa é uma ferramenta de coaching que chama modelagem. Somos resultado das pessoas com quem mais convivemos. Sem saber, repetimos padrões de comportamentos baseados no que vimos durante a vida. Só que nós temos a opção de escolher quem são as pessoas que nos influenciam e modelar como queremos ser. E isso serve para todos os campos da vida.

Pois bem. Grávida eu não consegui completar a tarefa, e hoje acho que é porque eu nem sabia por onde começar a ser mãe. Recentemente, no entanto, conversei com duas das minhas modelos e uma delas me disse algo que resume tudo: para ser uma boa mãe, você precisa olhar o seu filho. E por olhar significa olhar tudo, minuciosamente, conhecer cada expressão facial dele.

Parece pouca coisa, mas não é. E esse é o tipo de mãe que quero ser. Quero ser o tipo de mãe que observa o filho e reconhece seus defeitos, qualidades, talentos. E que incentiva o que há de melhor e auxilia no que tem para melhorar.

Quero ser o tipo de mãe que conhece e cuida da sua alimentação, que conhece sua saúde. Quero ser o tipo de mãe que se diverte com as coisas e com quem, no futuro, ele tenha prazer em conviver. E que ele esteja comigo por opção e não por falta de. Quero ser uma mãe que canta, ri, brinca, estuda junto, ensina o lado bom da vida e que prepara pras horas que ter força é questão de vida ou morte.

Quero ser uma mãe que ensina que pensar positivamente traz mais resultados do que qualquer outro método de querer uma coisa na vida. E que ensina que ter fé é muitas vezes é o que faz diferença entre ter sucesso ou não ter.

Quero ser o tipo de mãe que dá carinho, mas puxa a orelha. Que ensina valores de ética, lealdade, respeito e honestidade. Quero ser uma mãe que faz meu filho me amar, me admirar e ficar encantado quando me vê, por ter orgulho de ser meu filho. E pensando bem, acho que tenho seguido pelo caminho certo.

 

 

 

 

P.S: caso você se interesse em saber melhor sobra ferramentas de coaching e modelagem, indico o curso de Life Coaching da Vanessa Tobias.

Semana mundial da amamentação: andando no caminho inverso

Ontem foi o Dia MUndial do Aleitamento materno e começou a Semana Mundial de Amamentação com diversas campanhas sobre o assunto. Como sempre, repete-se o antigo clichê que amamentar é um ato de amor. E quem amamenta ou já passou por isso, sabe que é mesmo. Como eu já disse aqui no blog, só porque a gente ama muito é que insiste no processo, que muitas vezes é bem doloroso, até dar certo. E muitas vezes não dá.
Quem prestar atenção nos programas de tv, vai escutar falar dos muitos benefícios do ato de amamentar e do leite materno, tanto para o bebê quanto para a mãe. Que é o melhor alimento para as crianças, fortalece o sistema imunológico, serve como a primeira vacina do bebê não há dúvidas. Para a mãe: ajuda a voltar ao peso normal, diminui os riscos de obesidade e diabetes para o resto da vida, diminui os riscos de gravidez durante o período e aumenta o vínculo com o filho. Se você já ouviu, leu, discutiu sobre o assunto, sabe que não citei nada de novo.
O que eu vim escrever, na verdade, anda na contramão das campanhas. Penso que sim, você deve amamentar e sim, precisa insistir um pouco até dar certo. Não conheço ninguém que disse que foi fácil e que não teve nenhum problema até conseguir amamentar tranqüilamente. Mas não deixe que esse momento se torne um martírio.
Se você acompanha o blog, sabe a que me refiro. Minha experiência foi traumática até achar um jeito que funciona pra mim. E acho que pode servir de exemplo. Só cheguei ao sucesso nesse quesito quando me livrei do peso, da responsabilidade e da culpa. Penso que se fala tanto da importância da amamentação exclusiva que muitas vezes, ficamos sem alternativas. E não é verdade.
Se você não conseguir, tudo bem, existem outras formas de alimentar seu bebê, você não será uma mãe pior por isso. Quando dá certo, amamentar pode ser sim muito prazeroso. Mas nenhuma campanha diz que vai doer muito, vai dar vontade de chorar, você vai querer desistir. Do jeito que se fala, parece que é tudo simples e que quem desiste é horrível como mãe. E isso também não é verdade.
Tudo no início da chegada de um filho é muito complicado, precisamos aprender a descomplicar. Amamentar, repito, não pode ser um sacrifício. Aposto que uma mamadeira dada com carinho é muito mais benéfica do que o leite materno dada em momentos de aflição. Não se permita traumatizar, não dê ouvidos às críticas – ninguém conhece sua realidade como você- não se martirize se quiser desistir. Demorei a aceitar que meu filho precisava de complemento e até hoje me pego me justificando por isso, tamanho foi o estresse e o trauma que passei. Fuja dos radicais, principalmente pediatras, que te imponham um caminho e te deixem sem opção. Mais uma vez, eu digo que vale a pena insistir. Quando dá certo, é um momento único e muito gostoso. Mas se não dá, acredite, não é o fim do mundo.

Um sonho: amamentação exclusiva

Tem uma coisa nessa história de maternidade que se tornou, pra mim, um sonho quase impossível: a história de amamentação exclusiva até os seis meses. Eu acho lindo quem consegue, admiro imensamente, mas pra mim não deu.

Eu falei aqui no blog sobre o início da minha tragetória com a amamentação. Contei, em resumo, o meu pequeno drama dos primeiros dias, e propositalmente não mencionei a proporção do drama que foi pra mim amamentar nos primeiros dias. Não, meus caros! Acreditem: eu não mencionei, o troço todo foi bem pior do que relatei pra vocês.

Graças a Deus, passou, e eu posso dar a minha palavra de que vale a pena insistir, porque depois que passa o período mais difícil – e passa! – amamentar se torna um prazer. Atualmente, eu adoro dar de mamar, curto muito esse momento, por ser algo que será uma história só minha e do João Otávio. Mas preciso admitir que eu tive um anjo que salvou meus seios e mudou minha vida: o Santo Nan.

nan

Acontece que durante o período de terror a responsabilidade de ser a única que podia alimentar meu filho pesou demais, se tornou uma pressão. Nas horas em que o pânico tomava conta de mim, escutar ele chorando e o pensamento de que se eu não o alimentasse, ninguém mais poderia fazer, se tornou um fardo pesado demais para eu carregar. Pois bem… quando o Nan entrou em nossas vidas, esse peso todo saiu e foi então que, de fato, meus seios cicatrizaram e a experiência passou de traumatizante para prazerosa.

O Nan chegou num momento de pânico total, com o seio empedrado. Juro que a sensação que eu tinha era a de que estava me mutilando – imagina o horror!! Pedi “pelo amor de Deus” para que o Fernando fizesse uma mamadeira para nosso pequeno e pedi perdão mil vezes: me senti um verdadeiro fracasso por não conseguir continuar amamentando naquele momento. Três dias depois, precisamos recorrer novamente à fórmula mágica, depois do João Otávio ficar nada mais, nada menos do que 3 horas seguidas mamando. Acho até que ele sugava e nem leite tinha mais, coitadinho! Desde então, não larguei mais a mamadeira.

mamadeira

Vejam bem: não abandonamos a amamentação, ele continua mamando 4 ou 5 vezes por dia no peito, mas em 2 ou 3 mamadas por dia ele toma Nan. E confesso, facilitou nossas vidas absurdamente. O motivo principal é realmente porque em alguns intervalos de mamada, eu não tenho leite suficiente – as próteses de silicone influenciam bastante na produção de leite. mas junto a esse motivo, tem os efeitos colaterais que são ótimos, do tipo: se vamos sair, dou uma das mamadeiras um pouco antes, ele fica mais tempo sem querer mamar. Outra coisa é que é mais fácil dar uma mamadeira em local público, do que o peito, porque é mais rápido e menos íntimo. E mais: se eu preciso sair e ele fica com alguém, não preciso voltar correndo se ele chora de fome.

Não estou fazendo apologia às fórmulas, e nem induzindo que alguém abondone à amamentação. É claro que, se fosse possível, eu ficaria na amamentação exclusiva, e como disse, admiro quem consegue. Mas minha experiência foi um pouco traumática no início, e a culpa foi um fator muito relevante, afinal de contas, a sensação que eu tinha era que seria uma mãe horrível por não conseguir amamentar. Percebi, no entanto, que mãe horrorosa eu me tornaria se deixasse meu filho com fome, que era o que estava acontecendo. Eu entendo que todas as campanhas incentivem a amamentação, até porque a vontade de desistir é muito grande. Mas não podemos nos deixar pressionar. Hoje eu penso que, se for necessário, a complementação deve ser, sim, introduzida, e que ninguém vai ser uma mãe menos dedicada e amorosa por isso.

Por isso repito: tente amamentar quantas vezes conseguir, mas se não for possível, recorra à alguma ajuda, sem culpa. A ciência, a tecnologia estão aí para nos auxiliar, portanto recursos existem. Ninguém precisa morrer de fome, nem perder os seios. E que Deus abençoe e o Santo Nan.

P.S: João Otávio continua lindo, saudável e com o peso ótimo.

 

Bico: usar ou não??

Quando levamos o João Otávio na primeira consulta com o pediatra – que alias nao foi a mesma com quem consultei antes de ele nascer – estávamos começando a dar o bico pra ele, e eu como boa mãe de primeira viagem estava morrendo culpa, afinal nao sabia se isso, a longo prazo, poderia causar algum prejuízo pra saúde dele.
Aproveitei a consulta para perguntar para o médico sobre o uso da chupeta. A resposta dele me chocou profundamente. Nas palavras do pediatra: “a Sociedade Brasileira de Pediatria nao proíbe nem recomenda o uso da chupeta. na minha opinião, A chupeta é uma criação do homem, Deus fez o seio da mãe como bico pro neném, e ele deve chupar, morder, pegar, sugar, apertar o seio da mãe até cansar. Eu, se tivesse, filho nao daria bico pra ele, mas essa é uma decisão dos pais.”
Eu, que naquele instante estava com o seio rachado e latejando de dor por causa da amamentação, tive vontade de arrancar minha blusa e mostrar pra ele o resultado de chupar, morder, pegar, sugar, apertar. Seguindo a mesma lógica, então vamos todos arrancar nossas roupas, abandonar nossas casas, abolir carros, ônibus, aviões, celulares e afins e vamos caçar e plantar nossos alimentos, afinal todo o resto é invenção do homem. E claro, bem se vê que ele nao tem filhos e nao tem a menor idéia das maravilhas do bico na vida do bebê.
Pois bem, se usar o bico é decisão dos pais, a minha estava tomada: vamos sim usar chupeta e nunca mais voltamos naquele médico que nao sabe o que diz, simples assim.
Tudo bem, algumas crianças têm dificuldades para largar a chupeta. Eu mesma lembro do quanto amava chupar bico e da luta que foi pra largar. Mas como isso nao é algo para me preocupar agora, dou sim a chupeta pro meu filhote, e Deus que me perdoe, mas só ele sabe a mágica que o bico faz nos momentos de desespero do João Otávio.
O mais engraçado é que todas as mulheres com filho pequeno para quem contei essa história riram da resposta do médico. Até parece piada, mas todas disseram dar o bico pros seus filhos e admitiram que em alguns momentos só ele dá conta de acalmar os pequenos.
Desde então, eu dou o bico sim, e sem um pingo de culpa. Talvez no futuro eu trave uma luta para abolir a chupeta, mas no momento tenho verdadeira adoração por ela e nao abro mão de tê-la sempre por perto. No fim das contas, manter nossos pequenos sossegados também faz bem pra saúde deles e pra nossa.

Super dica pra ficar linda!

Já comentei algumas vezes no blog, mesmo que de forma indireta, o quanto nossa autoestima pode ficar abalado durante a gestação. além dos hormônios nos deixarem numa confusão emocional danada, a gente engorda, cresce a barriga – não tem jeito – parecemos desajeitadas e a maioria das nossas roupas deixam de servir, e nem sempre as que servem ficam realmente boas.

Em meio a uma das minhas intermináveis crises – “eu tô gorda!”, “nada serve!”, “não dá pra saber se engordei ou se to grávida!” e por aí vai – eu descobri a Mammy Fashion, que é especializada em moda para gestantes. Há quem diga que é besteira, desperdício de dinheiro e tal. Eu sou do tipo total a favor de roupas para gestantes, por intermináveis razões. A primeira, e provavelmente mais óbvia de todas, é que durante esses nove meses de gestação você precisará de roupas, não tem como fugir. Usar calça jeans padrão se torna inviável com o tempo, simplesmente as calças não fecham. Usar vestidos, por mais confortáveis que sejam, também pode causar problema. Se você for como eu, que não engordou tanto, perceberá que os vestidos que servem na barriga, ficam largos nos seios, e os que ficam bons nos seios não passam pela barriga. E além do mais, a gente também quer andar na moda e se sentir bem.

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Encontrei na Mammy a solução para meus problemas: além de ter várias roupas lindas, modernas e confortáveis, desde roupa básica até vestidos de festas, passando pelas lingeries para grávidas e amamentação, a gente é super bem atendida, coisa que faz toda a diferença nesse período de fragilidade total. As meninas são super atenciosas e delicadas em todo o atendimento e a gente sai de lá com o ego massageado, tanto pelos novos modelitos quanto pela gentileza que recebeu.

Me tornei cliente da loja, sem dúvida. Até brinquei com a minha mãe que, se eu soubesse, teria comprado shorts e bermudas jeans lá desde sempre: acreditem, faz diferença! Tanto eu adorei a Mammy que fechamos uma parceria e as roupas da minha Sessão Gestante foram cedidas pela loja (as fotos e os looks vocês vão poder conferir até semana que vem aqui no blog!)

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Uma vez comentei aqui no blog que penso que as coisas bacanas devem ser sempre compartilhadas. A Mammy é uma dessas coisas que eu acredito que vale a pena passar adiante. Há uma certa dificuldade em encontrar na região da Grande Florianópolis lojas especializadas nesse tipo de roupa. Quando a gente encontra, precisa passar a informação. Vale a pena passar na Mammy e conferir os modelitos, com certeza você vai sair de lá gostando ainda mais de estar grávida.

 

Ah! A loja está com promoção de verão e recebendo a coleção de inevrno. Não tem momento melhor pra dar uma conferida!

logo

Mammy Fashion em dois endereços:

Av. Rio Branco, 380 – Loja 09
Galeria do Edifício Barra Sul

contato@mammy.com.br

(48) 3322 4393

R. Domingos André Zanini, 277 – Loja 03
Edifício Empresarial Terra Firme

contato@mammy.com.br

(48) 3047 4393

Conselho

Se eu pudesse dar um conselho sobre a gravidez seria, além de usar filtro solar: cuide da sua alimentação.

A gente  sabe, já escrevi no blog inclusive, sobre o quão importante é para o bebê que a mamãe se alimente corretamente, em prol da sua boa formação desde o princípio.

Mas a gente fala pouco do quão importante é, para a mulher, estar em boa forma física no fim da gravidez. O sobrepeso para mulheres grávidas traz uma série de complicações. Aliás, não só para as mulheres grávidas, mas não é disso que quero falar, afinal não sou médica especialista para abordar o assunto com tanta propriedade. Quero falar, sim,  da minha experiência.

Como muitos já devem saber pelo tanto de vezes que mencionei no blog, fiz redução do estômago e emagreci 41 kg. Um dos motivos que me levaram a decidir pela cirurgia foi exatamente o desejo de ser mãe: eu sabia que com o peso que estava – 115 kg – seria complicado engravidar, e depois de grávida, teria uma série de possíveis problemas.

Desde a cirurgia, agradeço todos os dias a mim mesma por ter encarado o processo todo. Embora algumas pessoas ainda pensem que a gastroplastia é um caminho fácil para o emagrecimento, quem por ela passa sabe que as coisas não são tão simples. Nós passamos por várias adaptações, dificuldades, desconfortos – muitos dos quais, inclusive, nos acompanharão por toda a vida – para conseguir nosso objetivo. Mesmo com tudo isso, continuo dizendo que vale a pena cada segundo. E agora, grávida, tenho cada vez mais convicção disso.

Estou no oitavo mês de espera do meu baby e engordei quase 9 kg. Totalmente dentro do que eu pretendia pra mim. Mas não sei se conseguiria isso se não tivesse meu estômago reduzido, porque há de se convir que a fome é grande – cada vez maior aliás! E, claro, se eu disser que minha alimentação é 100% perfeita o tempo todo eu estaria mentindo, mesmo porque sou do tipo que tem vontade de comer muitas coisas ao mesmo tempo. Mas sou ciente de que, se estou chegando no fim do prazo dentro do que eu planejava aumentar de peso e dentro do recomendável, é graças, em maior parte,  ao meu esforço.

Mas o esforço compensa. Eu fico imaginando (ou melhor eu nem imagino e nem tento muito!) o tamanho do desconforto que sentiria se tivesse engordado tipo uns 15 kg ou mais. Embora antes eu tivesse passado dos 100 kg, acho que eu não sentia todo esse peso no corpo. Em contrapartida, sinto agora, tudo na barriga. Me sinto às vezes do tamanho de um elefante, ou coisa parecida, não pelo tamanho, mas pelo cansaço.

Por isso reforço meu conselho de cuidar da alimentação. Lá pelo oitava mês você, suas pernas e suas costas  vão agradecer  por não ter comido tanta coisa quanto gostaria e ter abdicado de algumas delícias, eu aposto!

 

Consulta com pediatra

Postzinho curto e rápido, pra dar uma dica bacana.

Comentei no último texto que fiz minha primeira consulta com pediatra no papel de mãe.

Tipo de coisa que para alguns pode parecer besteira, mas que eu achei uma das atitudes mais importantes como mãe até agora.

Primeiro porque a gente precisa levar os babies pra primeira consulta com até 10 dias de nascimento, e considero bem importante já saber com antecedência que médico procurar.

E segundo porque o pediatra pode dar várias dicas bem legais sobre os primeiros dias e meses com o neném para mamãe de primeira viagem, como eu.

No meu caso, tinha separado 3 médicos pra consultar, mas gostei tanta da primeira que nem marquei consulta com os outros.

Ela foi bastante atenciosa, solícita, anotou tudo. Sou tão inexperiente que não sabia nem quais perguntas tinha pra fazer, então ela me passou várias dicas importantes – até sobre que fraldas usar ou não, coisas que a gente precisa ter em casa, alimentação, amamentação e por aí vai.

De tudo o mais importante foi a dica sobre as visitas. Reforçou bastante a ideia de quão importante é os pais terem tempo para conhecer o bebê, da intimidade do casal, do tempo que precisam passar sozinhos com a criança, como as pessoas de fora podem atrapalhar mesmo querendo ajudar e que tanto mamãe quanto bebê precisam de ambiente tranquilo para a amamentação.

A forma mais bacana de encontra um médico é pela indicação de amigas com filhos. Lógico que cada uma vai ter uma opinião sobre o médico, mas a gente já vai direto nos que identificamos pelas histórias que serão de confiança. Na consulta, a gente consegue ver a postura do profissional, se tem paciência ou não, se vai dar pra recorrer a qualquer hora do dia, essas coisas, afinal para quem tá entrando nesse mundo, é fundamental se sentir à vontade para ligar pro médico em qualquer emergência, por mais besteira que a emergência possa parecer.

 

Visitas na maternidade

Ontem fiz minha primeira consulta com pediatra, no papel de mãe – mas isso vai me render um outro post, prometo. Em meio à conversa, a médica falou uma coisa SENSACIONAL, que acho que tenho obrigação de compartilhar com vocês. Ela me disse o seguinte: a pior invenção na vida de uma mulher é a tal da visita na maternidade.

Gente! É genial! Eu já desconfiava disso desde que engravidei, mas quando o assunto é abordado por uma médica com mais de 30 anos de experiência, ganho respaldo científico para minha opinião.

Com a proximidade da data do parto – que até agora só Deus sabe qual é – tenho ficado cada vez mais ansiosa e angustiada, e tenho repetido isso aqui várias vezes. Afinal para mamãe de primeira viagem tudo é novo. Vou ter que aprender a lidar com choro, amamentação, vômito, umbigo, cólica e mais um monte de coisas que chegam junto com o bebê. Imagina em meio a tudo isso ter que parar pra servir cafezinho pra visita ou me preocupar em não estar de pijama?

De acordo com a médica – ok, eu também penso isso, mas vou usar o respaldo da profissional – o limite entre ajudar e se intrometer nesse período é uma linha muito tênue. E às vezes na ânsia de ajudar as avós, tias, sogras, primas, vizinhas, amigas acabam por atrapalhar nessa fase de adaptação da nova família que se formou. E vejam bem: muitas vezes independe da proximidade da visita com a mãe ou pai. A pessoa que visita – principalmente as que chegam dando muito palpite, muito conselho sem ser solicitado, acabam atrapalhando. Isso vale pra  QUALQUER PESSOA. Já falei isso em outros textos, todo mundo tem um super conselho pra grávida, e imagino que pra mãe de recém-nascido seja ainda pior. Só que ouvir palpite de gente que tem experiência no assunto, já é um saco, imagina de quem não entende bulhufas do que está falando!

Não sou uma pessoa cheia de dedos, e me conhecendo bem, já antecipo que existe a possibilidade de eu acabar sendo grosseira com quem quiser nos visitar no período pós-parto. Em minha defesa, meus hormônios estarão um turbilhão, não estarei dormindo bem e estarei nervosa por não saber muito bem como proceder com o baby. Mas não custa já avisar que prefiro visitas em casa, incluindo de familiares.

Eu entendo que meu pequeno é um bebê muito bem vindo, um anjo que abençoa nossas vidas e tudo o mais. Mas antes de ele conhecer o mundo, ele precisará conhecer mamãe e papai, e não sabemos como será nossa adaptação. Portanto, mais uma vez, adianto aqui que todas as visitas serão muito bem vindas, amaremos toda demonstração de carinho e afeto, mas só depois de 15 ou 20 dias, e com visitas comunicadas antecipadamente e super rápidas. Antes disso, qualquer um corre o risco de ver a mamãe aqui pirando.

 

 

 

leiam mais sobre o assunto:

 

As 10 regras de etiqueta para visitar um recém-nascido na maternidade ou em casa!